segunda-feira, 6 de julho de 2015

Sete detetives femininas e seus métodos investigativos









Miss Marple

A mais famosa detetive de todos os tempos, nem é uma detetive profissional. Miss Marple é uma velhinha bisbilhioteira que vive se envolvendo em cenas de crime e passando a perna em muitos investigadores experientes da Scotland Yard. Seu método investigativo consiste em traçar paralelos entre os crimes em questão e acontecimentos prosaicos que ela testemunhou em sua cidadezinha de Saint Mary Mead. Miss Marple faz comparação entre os personagens dos dois cenários e soluciona os crimes através de sua convicção de que a natureza humana é sempre a mesma em qualquer que seja o ambiente. 









Lisbeth Salander


Lisbeth Salander é uma hacker de capacidade excepcional e seus conhecimentos no cyberespaço a tornam uma grande detetive virtual, trabalhando para uma empresa de segurança. Porém não é isso o que a torna tão especial. Lisbeth é considerada por alguns a maior personagem que surgiu no século 21. Isso porque ela representa  a nossa era de uma maneira visceral.  Ela carrega as marcas que o Estado lhe impôs, mas sua independência é um eco da liberdade de pensar, de viver, de amar e de nos expressar que tanto lutamos pra preservar.








Dana Evans
 
A jornalista impetuosa que roubou a cena em O Plano Perfeito, tirando o brilho da personagem principal é também uma perseverante detetive. Seja investigando crimes no mundo político em Whashington, sendo revelando os horrores da guerra na Bosnia ou cavoucando segredos nucleares na neve da Russia, Dana sempre dá trabalho aos criminosos com sua teimosia que sempre dá resultados. Conforme o ditado: “água mole e pedra dura, tanto bate até que fura.”



Diane Silver

Uma personagem que foge a todos os padrões de detetives femininas com que eu já me deparei. Diane sofre de uma tragédia pessoal que envolve sua filha e isso a calejou de tal forma que ela vê os criminosos como uma espécie a ser exterminada. Ela é radical em suas opiniões e não apenas defende a pena de morte, como é capaz de executá-la a sangue frio. Isso a torna uma detetive voraz, que não sossega até encontrar o criminosos e é capaz de passar por cima das regras para fazer o seu trabalho. Além de ser uma excelente profiler.













Jane Rizzoli
 

Com um passado traumático, no qual enfrentou O Cirurgião, um serial killer dos mais cruéis, Jane Rizzoli conquistou seu espaço na polícia de Boston. Durona, sem atrativos físicos (a morena da foto é a da série) e cheia de complexos, a detetive enfrenta os bandidos a unha, não se deixando intimidar. Seu método de investigação é o ofensivo, não medindo palavras ao interrogar os suspeitos e seguindo sua intuição, que sempre a leva à verdade.
Clarice Starling


Sua afinidade com o terrível assassino Hanibbal Lecter pode ser estranha para alguns. Mesmo não demonstrando nenhuma simpatia pelo canibal, há uma química palpável entre os dois e isso se dá devido ao profundo conhecimento da alma humana que ambos compartilham. Mas ao contrário de Hanibbal, que usa sua habilidade para manipular suas presas, Clarice a utiliza para desvendar crimes. Uma mulher corajosa, que conquistou o respeito de um dos maiores serial killers da ficção.   


Kay Scarpetta


Kay Scarpetta é uma médica legista que contribui com a polícia da Virginia utilizando seu insólito dom de “falar com os mortos” através de seus conhecimentos de medicina forense. Além disso, ela sempre conta com a ajuda de inseparáveis aliados: Marino, um policial calejado, Benton Wesley, um psicólogo forense e Lucy Farinelli, um gênio da informática. E além de desvendar crimes bizarros, ela tem de se esquivar da politicagem que impera em seu ambiente de trabalho.

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